Trabalhando

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Sessão da Câmara Municipal

sábado, 10 de novembro de 2018

Fanfarra - a história



Definição do conceito fanfarra, primeiras referências históricas e exemplos de imitações da fanfarra em diferentes obras.

Conceito
O termo fanfarra designa uma pequena composição musical escrita para instrumentos de metal, por vezes acompanhados por instrumentos de percussão. Normalmente, são executadas em alturas festivas, em cerimónias e para marcar o início de acontecimentos públicos.
A palavra também pode ser utilizada para designar uma banda de música de instrumentos de metal. Raramente encontradas fora do território europeu, existe uma grande concentração deste tipo de bandas na Bélgica e na Holanda. Podem também ser encontradas bandas semelhantes na Alemanha, na Suíça, em Portugal, na Lituânia e na Noruega.

Primeiras referências à fanfarra

Apesar da existência de referências literárias antigas sobre fanfarras militares e cerimoniais, o primeiro exemplo musical encontrado data ao século XIV, em tratados de caça franceses. O nível da forma musical era, nesta altura, muito rudimentar, dadas as limitações dos instrumentos.
Em 1600, as fanfarras compiladas pelos trompetistas da corte do rei Cristiano IV da Dinamarca, Magnus Thomsen e Hendrich Lübeck, começaram a exibir características associadas ao género moderno: os ritmos incisivos, a repetição de notas, o uso de uma única tríade.

Imitações de fanfarras

É possível encontrar várias imitações de fanfarras numa grande variedade de músicas. A caccia «Tosto che l’alba» de Ghirardello da Firenze, no século XIV, contém uma referência vocal associada à fanfarra. Os motivos típicos de uma fanfarra são também encontrados no «The Gloria ad modum tubae» de Guillaume Dufay, no século XV.
Já no século XVI existem exemplos similares na música de Clément Janequin, Girolamo Frescobaldi e William Byrd. No século XVIII, o repertório de fanfarras de caça francesas inspirou numerosas composições instrumentais.
Também na ópera é possível encontrar exemplos de fanfarra, por exemplo, em «Fidelio» de Beethoven, «Carmen» de Bizet e «Tristão e Isolda» de Wagner.
No século XX, o compositor norte-americano Aaron Copland compôs a «Fanfare for the common man» e Joan Tower escreveu «Three fanfares for the uncommon woman».

References:

The Editors of Encyclopædia Britannica (nd). Fanfare. Em https://www.britannica.com/art/fanfare-music
Fanfare. Em https://en.wikipedia.org/wiki/Fanfare_orchestra






DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - EDSON GRADIA

Edson Gradia - homenageado com o CENTRO ESPORTIVO em Nova Londrina/PR




Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná
Nome: Edson Gradia
Profissão: Dentista
Idade: 73 anos

“Londrina era a capital política do Sul do Brasil. Londrina era rebelde. Foi o berço de um grupo de que pensava politicamente e agia politicamente”. A declaração apaixonada a esta cidade da região norte do Paraná é de EDSON GRADIA, que em 1962 entra na Fundação Universidade Estadual de Londrina (a atual UEL) par cursar Odontologia e agitar no movimento estudantil. Pelas mãos do Professor Olivir Gabardo, filia-se ao MDB e passa fazer parte da história da sigla de oposição no Paraná.

“Eu ia de sala em sala, pelos corredores, filiar os jovens ao partido que organizava atividades culturais pela cidade, promovia discussões sobre as questões nacionais e iria produzir grandes líderes, futuros governantes e nos levar rumo à liberdade”, aponta. Visado pela repressão, Gradia lembra que a liderança, a exposição que a militância estudantil e política proporcionava, de certa forma o protegia dos perigos e violências da ditadura.

“Antes do golpe de 64, eu estive no Congresso da UNE que elegeu José Serra presidente da entidade e que tanto desagradou os militares. Mesmo assim, eu continuei a militar, no MDB, depois no PSDB, e estou há quarenta anos ao lado de Alvaro Dias, ainda na política”.

Veja: https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=FuHvKqz1sJE

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - EDSON GRADIA

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Noite dos Cristais

A Noite dos Cristais consistiu em uma onda de agressões contra judeus em várias regiões da Alemanha e da Áustria em novembro de 1938.

Publicado por: Cláudio Fernandes em Idade Contemporânea


Sabemos que a ascensão do nazismo ao poder, na Alemanha, ocorreu no ano de 1933. Sabemos também que o projeto de subjugação e eliminação das “raças inferiores”, em especial dos judeus, já era uma ideia fixa para Hitler antes mesmo de ele ascender ao poder. Para levar a cabo seus projetos antissemitas, o nazismo precisava, primeiramente, espoliar e expropriar os judeus-alemães (e de outras nacionalidades que ficaram sob influência do IIIReich, como a Áustria) de todas as suas propriedades e imensa riqueza. Para tanto, muitos métodos foram empregados antes que sobreviesse a chamada “solução final” com os campos de extermínio em câmaras de gás. Um dos métodos mais chocantes foi o pogrom empreendido na noite de 9 para 10 de novembro de 1938, que ficou conhecido como “A Noite dos Cristais”.
A Noite dos Cristais (Kristallnacht, ou ainda, Reichkristallnacht) é considerada um “pogrom” por ter sido um processo de destruição de patrimônios judaicos, como lojas, casas e sinagogas, e de agressão (com mortes) contra judeus. A palavra “pogrom” é de origem russa e significa “devastação”, “destruição”. Tal palavra passou a ser utilizada na década de 1880, na Rússia czarista (que também era antissemita), para indicar os ataques perpetrados pela polícia do Czar contra os judeus que lá havia. Muitos judeus emigraram da Rússia no fim do século XIX com o objetivo de fugir dos pogroms, que, mesmo após a Revolução Russa, de 1917, continuaram a ser promovidos pelo regime comunista. Essa palavra passou a ser utilizada, no século XX, para descrever qualquer tipo de ação semelhante contra os judeus, fosse na Rússia, fosse fora dela.
Mas o que provocou a Noite dos Cristais? O estopim para os atentados de 9 para 10 de novembro de 1938 foi o assassinato do diplomata alemão Ernst vom Rath, na cidade de Paris, no dia 7 de novembro do mesmo ano. Gryzpan foi assassinado por um jovem judeu de 17 anos de idade chamado de Herschel Gryszpan. O ato de Gryszpan teria sido uma resposta à deportação de sua família por ordem do III Reich. Esse ato foi um subterfúgio para que um dos mais destacados ministros de Hitler, Joseph Goebbels, articulasse uma ação devastadora contra os judeus como forma de retaliação. Como deixa claro o historiador Philippe Burrin, em sua obra Hitler e os judeus:
Depois de se entrevistar com Hitler, Goebbels pronunciou um discurso no qual deu a entender que uma onda de terror teria de responder a esta agressão dos judeus contra o Reich. Na mesma noite, desencadeou-se o pogrom mais inacreditável de que se teve notícias na Europa ocidental em vários séculos, provocando cerca de 100 mortes e a destruição de milhares de casas e centenas de sinagogas. A polícia prendeu e enviou para os campos de concentração cerca de 30 mil pessoas, escolhidas entre os judeus ricos; eles foram liberados nas semanas seguintes em troca da promessa por escrito de emigrar imediatamente. [1]
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Antes desse pogrom, o governo de Hitler já havia tomado várias decisões antissemitas. Podemos dar dois exemplos: em 15 de novembro de 1935, foi proibido por lei o casamento entre judeus e não judeus. Em 15 de outubro de 1936, o Ministério da Educação do Reich proibiu professores judeus de lecionarem em escolas públicas. Com o gesto radical da Noite dos Cristais, Goebbels esperava acelerar o processo rumo à “solução final”. No entanto, a reação da população alemã não foi favorável a uma ação tão explícita, e mesmo alguns dos mais importantes oficiais do Reich não aprovaram o pogrom, destacando o prejuízo provocado pela destruição dos patrimônios, como afirma Burrin:
A população alemã desaprovou o pogrom, que no exterior foi condenado violentamente; alguns dos próprios dirigentes nazistas, Goering e Himmler à frente, o criticaram. De todo modo, Hitler deu cobertura a Goebbels, que não conseguiu colher do incidente as vantagens esperadas. Suas relações com o Führer, que haviam começado a ficar tensas, voltaram a se distender nos dois ou três anos seguintes. [2]
O fato é que, mesmo precipitada, a ação coordenada por Goebbels acabou por engrossar as filas de judeus que queriam emigrar da Alemanha para Holanda, França, EUA ou Palestina. O Reich aproveitou-se desse fato para expropriar os judeus ricos de suas fortunas ao exigir pesadas fianças para que eles tivessem os vistos liberados para sair do país. A Noite dos Cristais foi o prelúdio da grande tragédia que o povo judeu sofreria quando começassem a funcionar os campos de concentração e de extermínio nos domínios do III Reich.
NOTAS
[1] BURRIN, Philippe. Hitler e os judeus. (trad. Ana Maria Copovilla). Porto Alegre: L&PM, 1990. p. 57.
[2] Idem. p. 57.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Pedro Cistino de Matos - Moreninho (1957 - 2018)


NOTÍCIA TRISTE!

Faleceu hoje, 05/11/2018, em Curitiba, por volta das 5 hs da manhã, Pedro Cistino de Matos (Moreninho), nascido na data de 09/02/1957, Loanda/PR; filho de: Alberto Cristino de Matos e Josefa Maria de Jesus Matos; esposa: Marilza; Filhos: Pedro Henrique e Luiz Augusto; irmãos: Eduino, Justo, Helena, Eulália, Roque, João, Luzia e Eliza. Ele e o irmão João Cristino de Matos (Morenão), foram por muito tempo, goleiros do Nova Londrina Esporte Clube.

O velório será no Cemitério Vertical de Curitiba, Endereço: R. Konrad Adenauer, 940 - Tarumã, Curitiba - PR, 82590-300 - Telefone: (41) 3360-6000, a partir das 18 hs de hoje, 05/11/2018, e o sepultamento será amanhã, ás 13 hs.





Justo Cristino de Matos (IN MEMORIAM)




NOTÍCIA DE MORTE: É com imensa tristeza que comunico o falecimento de Justo Cristino de Matos, na data de ontem 25/11/2018; filho de: Alberto Cristino de Matos e Josefa Maria de Jesus Matos; ele é irmão de João Cristino de Matos (Morenão); está sendo velado na Capela Prever de Nova Londrina. Ele agora dorme nos braços do Nosso Senhor Jesus Cristo. À família enlutada, minhas condolências.


Mural de Fotos:


Foz do Iguaçu, Taça Paraná de Futsal (1984), Troian

Fotos e informações: Alfredo

Troian (1984), Taça Paraná de Futsal, Foz do Iguaçu: pela ordem (esq-dir): Morenão, Zé Antônio, Zé Raça Brava, Missada, José Luiz (Força Estranha), Tiziu, Lega, Gilmar, João Luiz, Carlão Jibóia, Mirani e Moreninho. Foto: Adalberto (Beto).

Troian (1984), Taça Paraná de Futsal, Foz do Iguaçu: Pela ordem (esq-dir): Carlão Jibóia, José Luiz (Força Estranha), Lega, Mirani, Adalberto (Beto), Gilmar, João Luiz e Morenão. Moreninho, Tiziu, Zé Raça Brava, Missada, Zé Antônio e Alfredo.


Pela ordem em cima (esq-dir): Mirani, Zé Raça Brava, João Luiz, Moreninho, Zé Antônio e Morenão. Em baixo (esq-dir): Alfredo, Gilmar, Tiziu, Carlão Jibóia, Missada e José Luiz (Força Estranha). Faltou o Adalberto (Beto) que foi quem bateu a foto (Informações - Alfredo).


Por: Prof. Osmar Fernandes.

Enem 2018: veja questões da prova do primeiro dia - linguagens, ciências humanas e redação


Primeiro dia de prova teve carta de Henfil para Geisel, crise hídrica, a obra '1984' e o ônibus de Rosa Parks. Confira os detalhes da prova.

Por G1 / 04/11/2018

































































































Gabarito: