Trabalhando

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Sessão da Câmara Municipal

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Sonhos de Ueda: Professor Osmar Fernandes, em 01/08/2009; Código do texto: T1731379



Sonhos de Ueda



Quando Uêda estudava para a primeira comunhão, tinha um amigo – Negreto – que se sentava ao seu lado nas aulas e estava sempre presente nas brincadeiras... Faziam as tarefas do catecismo juntos. Depois cresceram, e ele se mudou para outro bairro distante e raramente se viam. Com a distância a amizade perdeu a afinidade também.
Certa noite, Uêda sonhou com o seu amigo de infância. No sonho: (Ela ia para o seu trabalho, era professora primária, lecionava na Escola Pingo de Gente. Quando no caminho viu o seu amigo sentado nos degraus da escada da Igreja Católica, desolado e soluçando, com as mãos na cabeça, encostada na parede. Ao aproximar-se ela perguntou:
- O que está acontecendo, meu amigo, o que houve, pelo amor de Deus?
Ele, ao vê-la, acalmou-se e respondeu:
- Estou com uma dor de cabeça insuportável, terrível, parece que tem milhões de formigas devorando meu cérebro. Dói muito.
Ela que era devota de Nossa Senhora Aparecida (Padroeira do Brasil), pôs suas mãos santas na cabeça dele e enxergou um tumor maligno. Assustada, tentou distraí-lo e o convidou para se sentarem no banco do jardim da Praça da Igreja. Por alguns instantes ficaram ali, olhando as crianças brincarem de ciranda, junto com as freiras...  “Depois, serenamente, ele lhe disse: - Eu melhorei, parece milagre, a dor sumiu, agora estou bem.”)
Uêda, de supetão, despertou, acordou assustada. Amanhecia o dia, e, da janela do seu quarto, contemplou o Deus pelo espetáculo da natureza.  Aquela energia dava-lhe força e sentido de vida e compreensão para entender o começo, o meio e o destino de tudo. Levantou-se e se preparou para mais um dia de trabalho.
Depois do café, caminhou para o seu serviço com a amiga de sempre.  Elas seguiram a pé, a escola era perto de sua casa, e, num certo momento, acabou confidenciando o seu sonho... O que a deixou mais aliviada. Sua amiga calmamente lhe disse:
- Calma, Uêda, não se deixe impressionar, sonhos vêm e vão e a vida segue o seu curso. Sonho é apenas sonho, um ato falho do sono.
Ao chegarem na escola, na sala dos professores, ouviram duas colegas comentarem que o Negreto havia passado muito mal, entrara em coma, e fora levado para um hospital da capital do Estado. Segundo o que ficaram sabendo, ele havia reclamado muito de uma dor de cabeça terrível, e, falando assim, caiu desmaiado. Foi socorrido pelos pais que tomaram as devidas providências.
Uêda e a amiga, Cirema, ficaram espantadas. Porém, falando baixinho no ouvido da amiga, Uêda pediu que guardasse segredo do seu sonho. As pessoas não iam acreditar e seria motivo de sarro, chacota, enfim. Estava surpresa com a “coincidência.”
Três dias depois desse episódio, a notícia de que Negreto estava com câncer na cabeça, espalhou-se.  Os seus parentes diziam que ele não tinha chance de vencer a morte. Sua situação era grave e o caso era irreversível. Uêda ao tomar conhecimento disso ficou triste e muito impressionada.
Outro dia, Uêda sonhou novamente: “Estava numa praça pública assistindo a um show musical, quando uma mulher muito estranha, desconhecida, colocou um carrinho de bebê bem na sua frente e desapareceu no meio da multidão. De repente, viu-se sozinha no meio do mundo, e com aquele carrinho e um bebê. Como um fantasma, do nada, surgiu o seu amigo, Negreto, e ela lhe dissera:
- Cara, você morreu, não pode ficar aqui entre nós! Agora você é um espírito, pertence a outra dimensão.
Ele lhe respondeu:
- Somente você pode me ajudar.
Ela lhe disse:
- Não posso, não sei como. Não consigo resolver nem os problemas deste mundo.
Ele disse:
- Então vou ficar aqui até que você mude de idéia.
Percebendo sua insistência, ela resmungou:
- Está bem! Vou ver o que posso fazer por você... Vamos até o banheiro.
No caminho rumo ao banheiro, percebeu que somente ela o via, ninguém mais podia vê-lo ali, ele era um espírito.
Já no banheiro, ela tentou lhe explicar que ele havia morrido, mas ele já sabia disso, todavia, estava com medo de ir para o plano espiritual. Implorou para que ela o ajudasse e ela lhe respondeu:
- Eu não sei como ajudá-lo. Contudo, o que for da vontade Deus, eu farei.
Ele respondeu:
- Quando chegar a hora você saberá como.
Falando assim, desapareceu.”
Uêda demorou para voltar ao local do musical, e, ao retornar, o show já havia encerrado.  Deparou-se com a sua irmã, que lhe disse:
- Vamos embora, vai chover, o tempo fechou de repente. Ao ver o carrinho com o bebê e sem ninguém por perto, levou um susto, pois o local estava vazio, todo mundo já havia ido embora. Então, Uêda disse à sua irmã, Clotilde:
- O que vamos fazer com este bebê? Coitadinho, está morrendo de frio. Que mãe desnaturada! Esquecer o seu filhinho, deve ser uma desvairada! Uma maluca sem coração.
Saíram desesperadas para ver se encontravam a mãe da criança e nada. Depois de algumas tentativas sem sucesso, resolveram dar abrigo para o neném e o levaram às pressas com medo da chuva. Chegaram em casa, encostaram o carrinho num cantinho e foram dormir. Uêda, bom coração que era, caridosa, levantou-se, chamou a irmã e disse:
- Largue o sono pra depois, temos que dar guarida ao bebezinho, vamos banhá-lo, trocar sua fralda e dar uma mamadeira de leite bem quentinha, senão ele vai adoecer. Vamos dar carinho, o “bichinho” ta todo encolhidinho, com frio.Ta precisando do conforto do colo de uma mãe.
Sua irmã, arregalando os olhos como coelho assustado, disse:
- Não temos nada de bebê em casa!
Uêda, severamente gritou:
- Clotilde, percorra a vizinhança e fale que nós estamos com um bebezinho precisando de ajuda, imediatamente. Grite por socorro se for necessário, pois precisamos de roupas, fraldas e leite. Vá, corra! Alguma boa alma vai nos ajudar.
Sua irmã saiu num piscar de olhos, como um furacão. Uêda, encarando o neném, se deu conta de que ele não se mexia, nem chorava; era muito estranho aquilo. Foi aí que ela resolveu pegá-lo, tirar suas roupas, sua fralda e banhá-lo. Ao despi-lo, deparou-se com um corpo repleto de tumorzinhos purulentos... E pensou em voz alta: “Credo! Que nojo! Eu não vou pôr minhas mãos nisso, não...”.  Enrolou a criança rapidamente com um lençol branquinho... E nesse instante, apareceu-lhe, em espírito, seu amigo Negreto, que lhe disse:
- Você prometeu me ajudar. Chegou o momento. Não desista agora, por favor!
Assustada, ela respondeu encabulada, de repente:
- Jesus Cristo! Você ainda vai me matar de susto desse jeito, aparece do nada como um fantasma!  Eu já lhe disse que não sei como posso ajudá-lo.
Negreto, com sua voz estridente, disse:
- Sabe sim. Inconscientemente, já está me ajudando. Mas não pode desistir agora. Essa criança é meu filho. Ele precisa de seu carinho e de sua ajuda, senão vai morrer.
Espantada, ela disse: - Seu filho?!
Ele  respondeu, firmemente:
- Sim. Ele é o meu filho, Tiziu. Assim que a minha esposa ficou sabendo da minha enfermidade, abandonou-me; fugiu como se fugia antigamente dos leprosos... Uma enfermeira começou a cuidar de mim, e nos envolvemos, e dessa relação nasceu esse menino lindo e maravilhoso. Ele vai ser um “GANDHI...”, vencerá o mal com a espada do amor; será um novo grito de paz para a humanidade. Não o deixe morrer.
Uêda, de repente, foi tomada por uma força espiritual inexplicável. Pegou o bebê, desenrolou-o do lençol, e o colocou numa bacia com água bem morninha. Negreto, acompanhando tudo bem de pertinho, via sua amiga de infância cuidar do seu único filho querido, feliz. Conforme ela o banhava e passava as suas mãos santas bem devagar por cima dos tumores, eles desapareciam num passe de mágica. Sua fé o curou, e seu amigo em lágrimas lhe agradeceu, dizendo:
- Quando você vir alguém com dores, ou qualquer tipo de enfermidade nessa pessoa, toque as suas mãos santas no local da doença ou aonde lhe disser que dói.  Você estará ajudando a diminuir as dores e o sofrimento de muita gente desesperada que não sabe a quem pedir socorro.  Você é um espírito de cura.
 De repente, Uêda acordou assustada.
 Foi à Escola, e lá, recebeu a notícia de que Negreto havia falecido, coincidentemente, na hora em que ela sonhou com ele. Dessa vez, não comentou o sonho com ninguém. Passou a ser frenquentadora assídua de sessões espirituais.
Outra noite ela sonhou com o amigo, novamente. Este sonho desvendou mistérios: ela estava andando por uma estrada de terra com muita lama... Quando, de repente, apareceu em sua frente o seu amigo, dizendo:
- Você vai me ajudar de novo.
Ela respondeu-lhe:
- Agora não posso.
Ele insistiu:
- Preciso partir deste mundo terreno, e você agora tem o entendimento espiritual, sabe o que isso significa. Você sabe a importância dessa despedida. Precisa ir hoje comigo na missa do sétimo dia e me enviar para a outra dimensão. É só me levar diante do altar e me entregar em oração nas mãos dos anjos.
 Ela o encarou, e percebeu que ele estava ali como uma sombra em forma de homem. Um vulto vestido de túnica branca descalça. Ela, imediatamente, olhou para si mesma, meticulosamente, e disse:
- Olhe para mim, meus trajes, estou parecendo uma mendiga, suja e maltrapilha, não posso de jeito nenhum entrar na igreja. Assim, o padre Ângelo jamais vai permitir que eu adentre aquele recinto sagrado, a casa de Deus, deste jeito!
Ele, calmo, disse à sua amiga:
- Ah, você vai, sim!  Vai me levar até o altar da igreja... Hoje é a chance que tenho de me despedir deste mundo como determina a lei lá de cima.  Se não fizer isso por mim, minha alma vai ficar vagando, e não terei paz, nem a oportunidade de me reencarnar de novo. Serei o seu bisneto na próxima vida... Por isso, somos o que somos!
Não deu tempo de ela replicar...
De repente, do meio do mundo, emergiu daquela terra de lama uma igreja monumental, num espetáculo cinematográfico, jamais visto pelos olhos do homem.  Uêda ficou estática, assombrada, diante do grande edifício, e viu muita gente em espírito adentrá-la. Não tinha idade, nem sexo; tudo eram paz e cântico dos céus, e disse:
- Nossa! Meu amigo, eu pensei que... Mas, meu Deus, que maravilha! Como é linda!  Mas, não sou digna de pisar num lugar sacrossanto desse, é lugar sagrado. É a verdadeira casa de Deus. Sinto-me suja.
Negreto disse:
-Você é um ser de luz, especial, por isso todos já lhe conhecem. O tempo aqui não tem relógio... Muitos desses espíritos já foram seus filhos, seus netos, seus pais, irmãos e parentes...  Logo, não tenha vergonha de nada. Muitos, como eu, foram ajudados por você.
Uêda pegou na mão do amigo e o levou diretamente para o altar da igreja do Céu, e lhe disse:
- Descanse em paz!  Sua missão está cumprida. Vamos nos ver em breve.
Ao sair da igreja, viu um espírito lhe acenando e dizendo:
- Mãe, tudo tem uma razão de ser e uma vontade do Criador, incontestável. Ninguém é culpado da morte de ninguém. Deus deu o livre-arbítrio para toda a humanidade, logo o último suspiro é determinado por Ele. Por isso, a morte na terra tem muitas facetas.
Uêda entendeu o recado, porque havia perdido um filho ainda muito pequeno “naquela encarnação...”, e carregava na alma o peso de culpa, o que por muito tempo foi um pesadelo em sua vida. Portanto, compreendeu naquelas palavras o significado de sua missão.  Acordou conscientemente, e passou a olhar para todo o ser-humano com os olhos do amor e o coração de Deus.
Professor Osmar Fernandes, em 01/08/2009; Código do texto: T1731379

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Sofrimento : Prof. Osmar Fernandes, em 12/02/2017, Código do texto: T5910110




Sofrimento


Quando você estava doente, prostrado em cima de uma cama, ninguém estava lá contigo. As pessoas que mais amou, não estavam lá. Você chorava, gritava e se desesperava, e, elas não apareceram. Você ficou sozinho, esquecido, jogado às traças.
Mas, de repente te apareceu alguém e passou o remédio nas tuas feridas. Deu-te conforto e carinho. Era a pessoa que você jamais, imaginaria, que pudesse fazer isso. Você estava vegetando no teu inferno...  Às pessoas que amava, nunca chegaram.
Somente àquela estranha te cuidou, como se cuidasse de um filho.  Até parecia que ela fez parte da tua vida, em vidas passadas. Você admirava a bondade dela. Você sofreu tanta dor que entrava em síncope... E, ao se recompor de cada desmaio, não acreditava que ela permanecia ali.
            Quando você estava com o bolso cheio de dinheiro, gastando nos botecos da vida, nas lanchonetes, nas danceterias e nas baladas, tua mesa era repleta de risos de amigos e amigas.  Mas, quando perdeu tudo e caiu enfermo, todo mundo sumiu...  Mas, ela não!  Ela cuidou de ti. E, não teve nojo das tuas feridas. Um miserável, desgraçado, combalido, morria à míngua... Era você.
Um ser de luz e amor te socorreu naquelas condições. Ela lhe apareceu, simplesmente, como se fosse um ser teleguiado por Anjos de Deus. Curou as tuas feridas e amenizou o sofrimento de tua solidão.


Prof. Osmar Fernandes,
Em 12/02/2017,

Código do texto: T5910110


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

OSMAR SOARES FERNANDES - formando da UNIC/1993 - Cuiabá MT; e, pós-graduado pela FATEC/PR, 2015



Filho de: João Fernandes de Almeida e Lêda Soares de Almeida; nascido na data de 01 de fevereiro de 1961, Quarta-feira, na cidade de Nova Londrina/PR/Brasil (nova-londrinense); às 09H00MIN (Nove horas), em casa, Sangra Seca (Zona rural), parteira: Vó Doquinha; Professor, escritor, poeta, palestrante e historiador e ex-vereador (PSB) na cidade de Nova Londrina 2013/2016; tipo de sangue: fator RH (O+); Signo – Aquário; Cônjuge: Janaína Bárbara Ferreira Fernandes, Filhos: Tharcísio, Tharsila e Rafael; Filhos do primeiro casamento com Leny: Jackeline, Dayanne, Thábata Fernanda e Moisés.

FORMANDO AOS 32 ANOS (OBS.: AO ME CASAR EM 1980, ABANDONEI OS ESTUDOS... E, SÓ RETORNEI, DEFINITIVAMENTE, AO ENSINO SUPERIOR, EM 1993); Conclui minha Pós-Graduação, em 2015.

Formando de 1993, do curso de HISTÓRIA – Licenciatura Plena – Faculdades Integradas de Cuiabá/MT (CAMPUS - UNIC/MT), Diploma registrado no livro nº 01, folha nº 359, em 16 de junho de 1994; Total de carga horária 2.816 h/a; conclusão do Curso na data de 20 de dezembro de 1993. Colação de Grau 04 de fevereiro de 1994, Cuiabá-MT; MÉDIA GERAL DO CURSO 8,8.

Diretor Geral – Dr. Altamiro Belo Galindo
Diretora Acadêmica – Prof.ª Célia M. C. Galindo;
Gerente de Documentação e Intercâmbio – Maria Leide de Souza Silva;
Paraninfa da turma - Serys Marly Slhessarenko (Ex-Deputada Estadual de Mato Grosso 1991/2003 e Ex-Senadora período 2003/2011 – PT);

Entre as autoridades da Mesa de entrega dos diplomas aos formandos (as), a saudosa presença de Dante Martins de Oliveira – Ex-prefeito de Cuiabá/MT, Ex-deputado Estadual e Federal; Ex-Governador do Estado de Mato Groso e Ex-Ministro da Reforma e do Desenvolvimento Agrário do Brasil; e autor da emenda das Diretas Já!

PÓS-GRADUADO PELA FATEC-PR

Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização em PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL – Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí (FATEC/PR), NA DATA DE 08 DE SETEMBRO DE 2015/ carga horária – 680 h.
Tema do Artigo: Evasão Escolar no ensino fundamental II – conceito “A”.
Diretora Geral – Mara C. G. Duarte da Costa;


Secretária Geral – Michelle Regina de Souza.





 Mural de fotos:



Presença do saudoso SR. Dante de Oliveira -  Ex-Governador, Ex-ministro da Reforma Agrária e autor da Emenda das DIRETAS JÁ






Pós-Graduação:


O professor Me Cláudio Silva, ministrou no dia 16.08.2014, em NOVA LONDRINA/PR, a disciplina de METODOLOGIA DA AÇÃO DOCENTE, para a turma de PÓS GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL.  O evento é uma realização do Instituto RHEMA. 






  





THÁBATA FERNANDA SOARES GILGLIOLI


           Filha de: Osmar Soares Fernandes e de Leny Gomes;  nasceu na data de 30/04/1987, às 20H00MIN (Vinte horas), no Hospital e Maternidade São Paulo – Cuiabá/MT.; quinta-feira; signo – touro; Cônjuge: Giovano J. Massoni; Filhas: Giovanna e Isabella.

Formanda, aos 20 anos de idade.

Formanda de 2007, do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura Plena da Universidade Paranaense – UNIPAR – Campus Toledo/PR. Colação de Grau 10 de janeiro de 2008 – Teatro Municipal de Toledo, Estado do Paraná.

Nome da Turma – Paulo Vanderlei Sanches;

Patronesse – Lucimar Pereira Bonett;

Paraninfa – Maria do Socorro Tenório Baumgartner;

Homenagem Especial – Vaníria L. Teixeira Bianchi 

Juramento: Licenciatura – Josiane Maccari

Orador – Carla Maria Kist Barros

Homenagens Administrativas:

Mantenedora - Associação Paranaense de Ensino e Cultura – APEC;

Reitor – Cândido Garcia;

Vice-Reitor – Chanceler: Carlos Eduardo Garcia;

Vice-Reitora Executiva – Neiva Pavan Machado Garcia;

Diretora Executiva de Gestão do Ensino Superior – Maria Regina Celi de Oliveira;

Diretor Executivo de Gestão da Dinâmica Universitária – José de Oliveira Filho;

Diretora do Instituto de Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde – Irinéia Paulina Barretta;

Diretor do Campus Toledo - Leonildo Bagio;

Coordenadora do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas – Lucimar Pereira Bonett;

Secretária Acadêmica Setorial – Maria Arminda Gerhardt Scarpin.

“A vida não é uma vela curta para mim. É um tipo de tocha esplêndida a qual estou segurando pelo momento, e quero fazer com que ela queime tão brilhantemente quanto possível antes de passá-la para as próximas gerações”. (George Bernard Shaw).






DAYANNE GILGLIOLI FERNANDES NUNES



          Filha de: Osmar Soares Fernandes e Leny G. Gilglioli - (2º filho); nasceu em 10/03/1982, quarta-feira; signo – peixes - às 00H35MIN.’ (zero hora e trinta e cinco minutos); tipo sanguíneo (0+); Hospital e Maternidade Santa Terezinha de Nova Londrina/PR.; Cônjuge: Daniel Juruna Nunes; filhas: Ana Júlia e Juliana.

Bacharel em  Ciências Contábeis,  aos 24 anos.

Formanda de 2006, do curso de Ciências Contábeis do ICE - Instituto Cuiabano de Educação/ Cuiabá/MT.; Total de carga horária do curso: 3.024 h; Colação de Grau 22 de janeiro de 2007 - Hotel Fazenda Matogrosso, Cuiabá-MT.

Nome da Turma - Turma do Balanço;

Patronesse - Márcia Glória Vandoni de Moura;

Paraninfo - Juércio Antônio Marques;

Amigo da Turma - Aroldo de Luna Cavalcante;

Oradora – Claudinéia Sales da Silva;

Juramentista – Pedro Alexandrino Batista Filho;

Padrinhos:
Dalto de Freitas Filho;
Vander da Silveira Melo;
Silval Barbosa.

Corpo Docente:

Adivilço Oliveira dos Santos
Antônio Elias Morgan
Aroldo de Luna Cavalcante
Eleni Bazzano de Oliveira
Aliberto Francisco da Cruz
Evandro Xavier Braga
Giana Cecília de Castro B. Ferreira
Jaqueline da Silva Albino
João Roberto de Proença
Kaddad Haeg Maciel
Lucimary Sodré Zattar
Marcelo Almeida Souza
Marcos Luiz dos Santos
Mônica Cristina Lima de Souza
Neiva Propodoski
Neuza Cavalieri Rocha Jevinski
Osvaldo Américo de Oliveira Sobrinho
Ronei Guimarães Ortega
Sandra Regina de Queiroz Leite
Vander da Silveira Melo
Vanessa Naborrete Lúcio
Waldir Antônio Serafim da Silva
Yva Paes de Barros Pinto
Coordenador do Curso - Adail José de Souza;

Secretária do Curso - Kalina Nunes de Araújo de Souza.

“O FUTURO PERTENCE ÀQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DE SEUS SONHOS”. (Eleonor Roosevelt)







Corpo discente:





segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A Paquita Sorvetão e Jackeline - 1988 (Cuiabá/MT)




                  Jackeline - filha de Osmar Fernandes e Leny G. Gilglioli.
          Andreia Maria da Silva Faria Antunes (Rio de Janeiro1 de agosto de 1973), também conhecida como Andreia Sorvetão, é uma atrizapresentadora e cantora brasileira, conhecida por ter sido a Xiquita entre as Paquitas.
          Andreia começou a carreira como modelo publicitária. A agência onde trabalhava foi chamada para participar da gravação do programa Xou da Xuxa, onde acabou fazendo parte das assistentes de palco da apresentadora Xuxa, se tornando uma das Paquitas em 1986. Lá, ganhou o apelido de Sorvetão, mas aos seis anos de idade já fazia diversos comerciais de TV.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

COMO TODO SONHO DE AMOR TEM QUE SER: Prof. Osmar Fernandes em 02/02/2017 Código do texto: T5900685



COMO TODO SONHO DE AMOR TEM QUE SER

Sob a luz das estrelas,
Nos confins do horizonte.
Você iluminava o paraíso...
Era a mais linda violeta.
Amor despertou dentro de mim.
Coração ficou de sobreaviso...
Já era tarde, já era amante.
Nosso amor começou assim.

Seus olhos fitaram os meus.
Foi sonho de amor eterno! 
Acordei e tudo era verdade.
Meus lábios grudaram nos seus.
Meu sonho tornou-se realidade.
Namoro se tornou terno.
Esse encontro não foi casual...
O céu tocou a música do nosso luau.

Eu te amei, foi lindo, mágico!
Amar assim, é amor.
Deus colheu do Seu jardim a mais bela flor,
E me deu você de presente.
Nossa vida a dois é prazer.
Você é minha musa, sou teu mago.
Nosso amor vive inteiramente.
Como todo sonho de amor tem que ser.

Prof. Osmar Fernandes em 02/02/2017
Código do texto: T5900685