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| Lampião e Maria Bonita em registro histórico. Foto: Severino Ribeiro/Divulgação |
Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, foi um cangaceiro brasileiro, que atuou no Nordeste do Brasil — exceto no Piauí e no Maranhão —, ficando conhecido como Rei do Cangaço, por ser o mais bem-sucedido líder cangaceiro da história
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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Em 7 de julho de 1897 nascia em Serra Talhada, Sertão pernambucano, um menino que viria a se chamar Virgulino Ferreira da Silva, ou como é mais conhecido, Lampião.
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Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018
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Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018
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O bando de Lampião sobreviveu 20 anos, mesmo sendo perseguido por policiais e inimigos em sete estados do Nordeste. Com exceção de João, todos os outros irmãos do grande cangaceiro foram mortos antes dele.
Mesmo tendo sido alvo de vários tiros, Virgulino nunca utilizou os serviços médicos para se curar desses ferimentos. Porém, em um dos ataques ao bando, Maria bonita foi atingida e perdeu muito sangue. Por isso, o companheiro cancelou a batalha e procurou socorro na cidade para a amada, que sobreviveu.
O fim do bando comandado por Lampião
Na madrugada do dia 28 de Julho de 1938, a volante de militares atacou o grupo de Lampião, pegando todos desprevenidos, na fazenda Angicos, no sertão de Sergipe.
O rei do cangaço foi um dos primeiros a morrer, ao todo 11 cangaceiros, incluindo Maria Bonita foram mortos de imediato. Os outros homens, mesmo feridos conseguiram fugir. Entusiasmados com a vitórias, os policiais roubaram as joias e os dinheiros que o bando tinha, e mutilaram os mortos, tirando suas cabeças.
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Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018
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Esse foi o fim do grande rei do cangaço, que apesar do jeito violento de viver, ajudou muitas pessoas a passarem pela pobreza no Nordeste do Brasil. Lugar esse, onde a pobreza era muito atenuada pelos grandes detentores de terra. Lampião e seu bando morreram, mas seu instinto de sobrevivente é perpetuado no Sertão brasileiro.
Fonte: https://www.estudopratico.com.br/conheca-a-historia-de-lampiao-o-rei-do-cangaco/
Fotos: Edy Vidal Sampaio - 2018 - Museu do Cangaço
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: José Valter Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
José Valter Sampaio ao lado da imagem do cangaceiro
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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| Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018 |
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Foto: Edy Vidal Sampaio - 2018
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Lampião e outros cangaceiros sob as lentes de Benjamin Abrahão. Fonte: http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9527
No Recife, deu uma entrevista, publicada no Diário de Pernambuco de 27 de dezembro de 1936, quando anunciou a realização de um filme e a produção de diversas fotografias de Lampião e seu bando. Foi apresentado como sírio naturalizado brasileiro e como fundador do periódico Cariri, em Juazeiro.
Benjamin apresentou-se na Aba Film, em Fortaleza, no dia 28 de dezembro, mesma data em que João Jacques publicou no jornal O Povo, matéria intitulada Carta ao Leota, na qual questionava o fato de Lampião e seu bando ter sido filmado e fotografado e continuar solto. Leota é Leonardo Mota, autor do livro No tempo de Lampião, de 1930.
‘Que acha desse furo? Que me diz sobre o caso? Será possível, meu amigo, que se possa ainda, por esses tempos tão mudados, filmar um bandoleiro, um gangster, um assassino mil vezes assassino e não se tenha meios de apanhá-lo?‘
No dia seguinte, dia 29, foi publicada na primeira página do jornal O Povo a matéria intitulada Sensacional vitória da Aba Film: uma das mais importantes reportagens fotográficas dos últimos tempos, Lampião, sua mulher e seus sequazes filmados em pleno sertão, ilustrada por fotografias de Benjamin ao lado de Lampião, de Maria Bonita, e da guarda pessoal do cangaceiro. A tiragem do jornal foi duplicada e totalmente esgotada.
No dia 31 de dezembro, o jornal O Povo publicou uma fotografia inédita de Maria Bonita sentada com os cachorros Ligeiro e Guarani.
Fonte: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=029033_11&pagfis=22547